Oh meu Deus, porque que tem que ser assim tão sofrido pra essa torcida de preto e branco?
Essa frase do Grande Caixa, se enquadra a mais um capitulo da nossa história, como sempre sofrida.
gostaria de contar uma história mais tranquila dessa vez, com gols e jogadas geniais, mais o jogo não nos proporcionou isso.
o técnico Argel Furcks fez o que ele mais sabia, se defender.
Talvez a falta de um homem que quebrasse a retranca com lances individuais como o Magosuel tenha nos prejudicado nesse jogo. O certo é que os quase espartanos"pois pareciam dispostos a dar sua vida pelo ponto de empate" segurou o nosso ataque e foi perigoso quando atacavam mesmo com poucos se lançando ao contra ataque, diante dessa barreira imposta pelo figueirense, os chutes a longa distancia foi aonde mais assustamos no primeiro tempo, enquanto isso, surgia no meio de nossa nação um antigo herói. Com defesas milagrosas "são Victor do Horto" relembrou as partidas de dois anos atrás e como na libertadores operou milagres e no mesmo gol que pegou o pênalti de Riascos impediu o que seria o primeiro gol da partida numa cabeçada quase indefensável impedindo o que poderia ser o gol da vitoria do Figueirense, pois como o Corinthians se defendeu o jogo todo só se ariscando ao ataque no contra-golpe.
Por fim, como na libertadores nesse solo sagrado do horto, tudo deu certo, o Galo com seus velhos heróis de sempre conseguiu fazer um gol de pênalti, tendo como protagonista do lance que originou"Marcos Rocha " lateral quase ponta do galo que inúmeras vezes tentou alçando bolas na área do inimigo, guerreiros como Prato que foi impecável na cobrança, como Douglas Santos que ao meu vê melhor jogador em campo, escreveram mais um capítulo dessa história que ao final pode ter uma tarca não mão do nosso capitão erguida ao céu em agradecimento por mais um titulo.
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